O clima de 2027 para todo mundo: o número do ano, o arcano que rege o período, os eclipses, os retrógrados e os planetas lentos. Em cada parte, o caminho para ver como ele toca o seu mapa.
O número do ano
11/2
Um ano de acordos e de paciência
O ano universal 2 desacelera o mundo depois da largada do 1. O tema coletivo é a parceria: alianças, negociações, sociedades, a vida a dois e a pergunta sobre com quem vale a pena caminhar. As coisas andam por baixo, nos bastidores, e pedem diplomacia mais do que força. Quem sabe esperar a hora certa e ouvir antes de responder sai na frente.
Antes de chegar ao 2, a soma passa pelo 11, um número mestre. A numerologia lê esse 11 como um 2 mais sensível e mais inspirado: um ano em que a intuição, os ideais e a fé coletiva pesam tanto quanto os acordos práticos.
Esse é o clima de todo mundo. Dentro dele, cada pessoa vive o seu próprio ano pessoal, que sai da data de nascimento.
Somando os algarismos do ano até chegar a um número de 1 a 22, a tradição encontra o arcano maior que dá o tom do período para todos.
A Justiça pesa e decide. A carta fala de verdade, responsabilidade e da relação direta entre o que se faz e o que se colhe. O dom é a clareza: enxergar a situação como ela é, sem se enganar, e agir de forma justa. A sombra é o julgamento duro, consigo e com os outros, ou a frieza de quem só enxerga regras. Também pode apontar contratos, documentos e decisões formais. A carta pergunta: se você olhasse para os fatos sem se defender, o que veria?
O conselho do arcano: Antes de decidir, escreva os fatos de um lado e as suas suposições do outro.
Os eclipses acontecem em temporadas, duas por ano, sempre perto dos nodos da Lua. A tradição lê o eclipse solar como um começo que chega com força e o lunar como uma conclusão, algo que vem à tona e pede um fim. O efeito se estende por meses, não fica preso ao dia.
No eixo Leão–Aquário, os eclipses mexem com o indivíduo e o coletivo: brilho pessoal e causa comum, o coração e a comunidade.
No eixo Virgem–Peixes, os eclipses mexem com a rotina e o mistério: trabalho, cuidado e ordem de um lado, entrega, fé e imaginação do outro.
No eixo Câncer–Capricórnio, os eclipses mexem com a casa e o mundo: família e carreira, o que nos acolhe e o que construímos lá fora.
6 de fevereiroEclipse solar anular em Aquário
Visível em todo o Brasil como eclipse parcial: cobre de 8% do Sol em Manaus a 83% em Porto Alegre.
20 de fevereiroEclipse lunar penumbral em Virgem
Visível em todo o Brasil. É um eclipse discreto: a Lua escurece tão pouco que muita gente nem percebe.
18 de julhoEclipse lunar penumbral em Capricórnio
Não é visível do Brasil.
2 de agostoEclipse solar total em Leão
Não é visível do Brasil.
17 de agostoEclipse lunar penumbral em Aquário
Visível em todo o Brasil. É um eclipse discreto: a Lua escurece tão pouco que muita gente nem percebe.
Mercúrio fica retrógrado três ou quatro vezes por ano, por cerca de três semanas cada vez.
9 de fevereiro a 3 de marçoem Peixes
10 de junho a 4 de julhoem Câncer
7 a 28 de outubroem Escorpião
Mercúrio cuida da comunicação e do raciocínio do dia a dia. Retrógrado, ele convida a desacelerar a cabeça: mensagens se cruzam, planos mudam de última hora e assuntos antigos voltam a aparecer. Não é um tempo de azar, é um tempo de revisão. Pessoas do passado costumam dar notícias, e ideias deixadas de lado ganham uma segunda chance.
Vênus
Vênus fica retrógrada a cada um ano e meio, por cerca de seis semanas.
Vênus não fica retrógrada neste ano: os afetos e o dinheiro andam sem esse freio de revisão.
Marte
Marte fica retrógrado a cada dois anos, por cerca de dois meses e meio, e é o retrógrado mais sentido do período.
10 de janeiro a 1º de abrilem Virgem
Marte cuida da ação e da coragem. Retrógrado, a energia parece andar em círculos: projetos travam, a paciência encurta e conflitos antigos podem reaparecer. É um bom momento para rever estratégias, entender o que você realmente quer conquistar e recuperar forças antes de avançar de novo.
Os planetas de Júpiter a Plutão andam devagar e marcam gerações e épocas. Quando um deles muda de signo, o assunto
coletivo muda junto. No seu mapa, eles acendem casas diferentes para cada pessoa.
Júpiter
o planeta do crescimento, da confiança e das oportunidades, fica cerca de um ano em cada signo
Começa o ano em Leão e entra em Virgem em 26 de julho.
Júpiter em Leão abre espaço para a criatividade, a alegria e a vontade de ser visto. É um trânsito generoso com quem cria, ensina e se mostra, e um convite para levar o prazer de viver mais a sério.
Júpiter em Virgem leva o crescimento para os detalhes: trabalho bem feito, rotina, cuidado com o dia a dia, serviços e utilidade. A sorte do período está em melhorar o que já existe, passo a passo.
Saturno
o planeta da responsabilidade, dos limites e da maturidade, fica cerca de dois anos e meio em cada signo
O ano inteiro em Áries. Saturno em Áries cobra coragem com responsabilidade. O mundo testa lideranças, iniciativas e a capacidade de começar algo e sustentar. Pressa sem plano não se segura; decisão com estrutura, sim.
Urano
o planeta das rupturas, da tecnologia e da liberdade, fica cerca de sete anos em cada signo
O ano inteiro em Gêmeos. Urano em Gêmeos acelera a informação, a comunicação, a tecnologia e o jeito de aprender. Ideias circulam mais rápido do que conseguimos digerir, e quem se adapta a novas linguagens ganha espaço.
Netuno
o planeta dos sonhos, da fé e do que é difícil de enxergar, fica cerca de catorze anos em cada signo
O ano inteiro em Áries. Netuno em Áries mistura sonho e ação: ideais que viram movimento, uma busca coletiva por coragem e por novos começos espirituais. O cuidado é com heróis inventados e causas mal compreendidas.
Plutão
o planeta das transformações profundas e do poder, fica de doze a trinta anos em cada signo
O ano inteiro em Aquário. Plutão em Aquário transforma o coletivo: redes, tecnologia, comunidades e o poder dos grupos. É uma passagem longa, que muda a forma como as pessoas se organizam e decidem juntas.
Tudo nesta página vale para todo mundo ao mesmo tempo: o número do ano, os eclipses e os
retrógrados são os mesmos para qualquer pessoa. O que muda de uma pessoa para outra é onde
esses movimentos caem no mapa de cada uma. Para isso, use o ano pessoal,
a revolução solar, os trânsitos e
o cálculo dos eclipses no seu mapa.
Como as datas foram calculadas
Os eclipses, as estações dos planetas e as mudanças de signo saem da posição real dos
planetas, no horário de Brasília. Um retrógrado que começa no fim do ano anterior ou
termina no começo do seguinte aparece com as duas datas.
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O resultado aparece logo depois. A conta guarda o seu mapa, então da próxima vez é só abrir, sem digitar nada.